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A Live Que Teve Treta com a Lu do RH, Coach Involuntário e Espionagem Chinesa no iFood

Treta com criadora de conteúdo, candidato que não aceita rejeição e o iFood processando a Kita por espionagem corporativa. Tudo isso numa quarta de manhã.

Treta com criadora de conteúdo, candidato que não aceita rejeição e o iFood processando a Kita por espionagem corporativa. Tudo isso numa quarta de manhã.


TL;DR

  • 🔥 A Lu do RH fez um vídeo citando o Deyvin sobre “gratidão de empresa por serviços prestados” e a resposta veio ao vivo, porque roupa suja se lava em live

  • 🤡 Um candidato rejeitado em processo seletivo foi pra internet dar piti, e virou estudo de caso sobre o que acontece quando falta soft skill pra lidar com “não”

  • 🕵️ O iFood processou a Kita (braço da chinesa Meituan) por espionagem corporativa: 240 funcionários abordados no LinkedIn, ex-funcionário confessou ter vazado informações sensíveis

  • 🎉 Estreia das novas features da live: superchat com voz do Tranquilão, PIX funcionando e iluminação comprada numa casa da luz vermelha


🎉 A abertura: teste em prod e emoção pura

A live já começou no caos. Deyvin emocionado testando features novas ao vivo: saiu do Live Peaks, ativou superchat com a voz do Jovem Tranquilão lendo as mensagens, e o sistema de PIX finalmente funcionando. Tudo em teste em prod, como manda a tradição.

A iluminação nova do cenário? Comprada numa casa da luz vermelha da cidade dele. Perguntou pro cara onde comprava as luzes dos polidenses. O cara mandou o link da Shopee. Sensacional.

A galera já chegou mandando superchat e PIX. Chuva de participações desde o primeiro minuto. O Deyvin tava igual criança com brinquedo novo.


💣 A treta com a Lu do RH: roupa suja se lava em live

A pauta principal caiu no colo do Deyvin porque a galera não parava de marcar ele num post. A Lu do RH, criadora de conteúdo e amiga dele, publicou um vídeo com o título: “Mano Deyvin e a expectativa que a empresa tenha gratidão pelos serviços prestados.”

A reação dele foi compartilhar a tela e assistir o vídeo da Lu ao vivo com a galera. Tudo na base do improviso, trocando guia no meio, tentando botar o trecho na tela. Streamer júnior assumido.

O tom foi de brincadeira com respeito. Ele até avisou: pode ser que depois desse vídeo a amizade se encerre. Mas a live é o tribunal do chorume. Se marcaram, a resposta vem ao vivo.


🤡 O candidato que não aceita “não”: aula de soft skill na marra

No meio da live, surgiu o caso de um profissional que não passou num processo seletivo e foi pra internet reclamar publicamente. O cara achava que estava certo. A galera achava que ele estava errado. E o Deyvin não perdoou.

O problema não é reprovar. Todo mundo reprova. O problema é como o cara reagiu. Foi pra internet se posicionar como dono da razão, sem conseguir enxergar o contexto. Na visão do Deyvin, esse é o tipo de profissional que, se alguém comentar no PR dele que tá errado, vai brigar em vez de ouvir.

A lição (que ele mesmo zoou chamando de “belo coach”): saber lidar com rejeição é obrigatório na área. Um amigo dele fez 90 processos pra conseguir a primeira vaga na gringa. Tomou 89 “não”. Se você não aguenta um, imagina 89.

Se passasse na parte técnica, provavelmente cairia no fit cultural. Porque a galera perceberia que falta soft skill pra lidar com feedback. E aí, mano, tu é o menos dois e acha que é o Grau 33.


🕵️ iFood processa a Kita: espionagem corporativa com nome e sobrenome

A segunda treta grande da live veio do mundo corporativo pesado. O iFood entrou com ação judicial contra a Kita (braço internacional da chinesa Meituan) por espionagem corporativa.

O caso: a Kita teria assediado sistematicamente funcionários do iFood via consultorias. Um ex-funcionário, identificado após denúncias no canal de integridade da empresa, teria participado de pelo menos cinco reuniões pagas com a consultoria China Insights Consultancy, sediada em Xangai. Segundo a petição, ele confessou ter revelado informações sensíveis.

O detalhe que pegou todo mundo: pra descobrir quem tava do outro lado das chamadas, o iFood ajuizou uma ação nos Estados Unidos contra o Zoom. Os registros mostraram que todos os encontros tinham participantes usando e-mails do domínio @Meituan.

A investigação não para: 240 colaboradores foram abordados por consultorias ao longo do ano no LinkedIn. O ex-funcionário se demitiu em junho do ano passado pra trabalhar no 99 e agora é alvo de inquérito policial.

A Kita negou envolvimento. A live ficou em choque.


💡 E daí? (O Que Fazer Com Isso)

Duas coisas práticas dessa live. Primeira: se você reprovou num processo, respira. Fica chateado (é normal), mas não vai pra internet dar piti. Tenta entender o porquê. Isso é exercício, não fraqueza. A área é feita de rejeição, e quem não aprende a lidar com ela se queima sozinho.

Segunda: o caso iFood/Kita é um lembrete de que espionagem corporativa não é filme. Acontece no LinkedIn, nas consultorias, nas calls do Zoom. Se alguém te abordar oferecendo reuniões pagas pra “compartilhar insights do mercado”, liga o alerta. Informação sensível de ex-empregador não é commodity.


🔗 Referências


🎥 Assiste a live completa

Se preferir o caos ao vivo, com superchat do Tranquilão e tudo, tá aqui.


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